Verdades Encadeadas de Nuno Costa

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Verdades Encadeadas de Nuno Costa

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O ser humano é, sempre foi e sempre será um ser pensante, que vive dos pensamentos que antecedem e procedem as suas ações. Um ser humano que não pensa e que não sabe pensar é, na verdade, um ser humano que não sabe ser, sendo alguém que está imerso numa incompreensão existencial que terá fortes impactos na sua instável existência. Em última instância, pode-se até afirmar que o ser humano vive para se compreender, para que se possa dar a entender aos outros que o rodeiam, que acabam, também eles, por fazer parte da sua existência. Olho para a sociedade atual e é por demais evidente a falta de reflexão pessoal tida pela mesma. Vivemos, assim, numa sociedade completamente desprovida de sentido crítico sobre os outros, mas, sobretudo, sobre a própria pessoa. Nesse sentido, somos uma sociedade menos capaz, uma sociedade que se compreende somente pela metade, se a tanto chega essa suposta compreensão. E uma sociedade que não se compreende por inteiro estará sempre mais perto do fracasso e da desorientação. A reflexão pessoal tende a ser associada aos grandes intelectuais, àqueles que são vistos como entendedores e peritos da vida. Esquecemo-nos, no entanto, que quem não entende a vida nunca a poderá saber viver. Por exemplo, para que possamos ver e usufruir de um jogo de futebol ter-se-á, primeiramente, de se ser conhecedor das regras do mesmo. Assim, entende-se que refletir acerca da nossa vida acaba por ser uma forma de entender as regras e as dinâmicas da mesma, e, dessa forma, estaremos sempre mais próximos de a conseguir aproveitar de forma devida e equilibrada. De facto, quando refletimos estamos numa procura incessante e coerente pelo equilíbrio, sendo que este é fundamental para que utilizemos a orientação ao longo do nosso vasto percurso. O facto de refletirmos pouco prende-se em existir verdades que nos custam a admitir, verdades essas que nos ferem. Nesse sentido, temos a clara tendência de fugir dessas verdades, fugindo também, assim, de uma reflexão verdadeira e honesta. O ato de reflexão exige que sejamos verdadeiros, que olhemos para o que efetivamente existe, e não para aquilo que queríamos que existisse.